O mercado de motos cresce a cada ano no Brasil. Preço baixo, financiamentos e consórcios tornaram a moto uma realidade bem próxima da maioria dos brasileiros. Para quem adquire o veículo é natural buscar um seguro de seu novo bem, prevenindo-se para os casos de roubo, acidentes ou outros tipos de danos. Tranqüilidade para o motociclista, certo? É aí que aparece a surpresa, e negativa! O seguro de motos no Brasil é um seguro difícil de ser feito e na maioria das vezes muito caro, especialmente em relação ao custo da própria moto. Enquanto isso, o seguro obrigatório (DPVA) de motos tem subido assustadoramente nos últimos anos, com um aumento de mais de 38% nesse ano de 2008.
A situação é justificada pelas seguradoras que consideram a moto um veículo inseguro. Seria mais propensa a acidentes e roubos, e fácil de ser desmanchada pelos ladrões. Motos abaixo de 200 cilindradas costumam ter os seguros mais altos, proporcionalmente em relação aos seus preços. E em muitas praças, o seguro dessas motos nem é possível de ser feito, pois as seguradoras simplesmente se recusam a fazê-lo. Essas motos populares, que correspondem à maior parte das motos em circulação no país, só conseguem obter seguro se fizerem parte de uma frota empresarial e, mesmo nesses casos, o valor é alto. A posição das seguradoras se reflete, é claro, nos usuários de moto - menos de 1% deles tem cobertura de seguro.
Cálculos feitos por especialistas afirmam que, ao preço praticado pelas seguradoras, não vale a pena fazer o seguro de motos menores em cidades como Rio e São Paulo, caso você encontre a opção. Levando em conta o baixo preço de uma moto menor, em dois anos de pagamento de seguro você poderia comprar uma moto nova! O recomendado é que você tente manter uma pequena poupança para o conserto, em caso de algum sinistro – consertos em motos menores normalmente não são muito caros. E tente proteger sua moto contra roubos, utilizando boas travas, segredos e alarmes disponíveis no mercado. Em cidades menores, com menos ocorrências de roubo de motos e trânsito mais ameno, pode ser que você encontre a opção de seguro para moto de baixa cilindrada com preços mais razoáveis.
As motos de cilindrada maior podem mais facilmente conseguir seguros pelas principais operadoras do mercado. Mas aqui também os custos são altos e o motociclista deve examinar bem a relação custo-benefício. Experts recomendam que, caso você esteja disposto a arriscar, vale a pena fazer um seguro da moto só com cobertura de roubo e furto, pois nesse caso o valor fica um pouco mais em conta. O seguro para colisões pode tornar o valor total do seguro da moto muito mais alto e pode não valer a pena, no final das contas.
De um jeito ou de outro, prepare-se para responder a um (quase) interminável questionário por parte da seguradora. Sua idade, sexo, se a moto é para trabalho ou lazer, tipo de trabalho, se pretende viajar com a moto e até se você faz parte de motoclubes vão ser levados em conta na hora de montar o seu “perfil”. E é esse perfil que irá determinar, junto com o modelo de moto e onde você mora, o valor final do seguro que você está contratando.
Já o seguro obrigatório de motos vem causando polêmica nesse início de 2008. O DPVAT, seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres, sofreu um reajuste de mais de 38% no caso das motos. Isso, junto com as novas medidas de segurança já aprovadas para os motociclistas, como as novas placas e faixas reflexivas de capacete, tem resultado em despesas extras e cada vez mais altas. A reclamação contra o seguro obrigatório ainda se estende ao baixo valor recebido quando o motociclista sofre um acidente e a demora para que ele seja pago, chegando a alguns casos a dois anos. Algumas entidades de motociclistas estão se mobilizando para entrar na justiça contra essa cobrança.
Para manter-se atualizado sobre as informações e notícias mais úteis sobre seguros de moto, consórcios e seguro obrigatório, visite sempre nossa página. Estamos sempre atentos com as melhores dicas sobre o assunto.
Fonte: seguro de moto
A situação é justificada pelas seguradoras que consideram a moto um veículo inseguro. Seria mais propensa a acidentes e roubos, e fácil de ser desmanchada pelos ladrões. Motos abaixo de 200 cilindradas costumam ter os seguros mais altos, proporcionalmente em relação aos seus preços. E em muitas praças, o seguro dessas motos nem é possível de ser feito, pois as seguradoras simplesmente se recusam a fazê-lo. Essas motos populares, que correspondem à maior parte das motos em circulação no país, só conseguem obter seguro se fizerem parte de uma frota empresarial e, mesmo nesses casos, o valor é alto. A posição das seguradoras se reflete, é claro, nos usuários de moto - menos de 1% deles tem cobertura de seguro.
Cálculos feitos por especialistas afirmam que, ao preço praticado pelas seguradoras, não vale a pena fazer o seguro de motos menores em cidades como Rio e São Paulo, caso você encontre a opção. Levando em conta o baixo preço de uma moto menor, em dois anos de pagamento de seguro você poderia comprar uma moto nova! O recomendado é que você tente manter uma pequena poupança para o conserto, em caso de algum sinistro – consertos em motos menores normalmente não são muito caros. E tente proteger sua moto contra roubos, utilizando boas travas, segredos e alarmes disponíveis no mercado. Em cidades menores, com menos ocorrências de roubo de motos e trânsito mais ameno, pode ser que você encontre a opção de seguro para moto de baixa cilindrada com preços mais razoáveis.
As motos de cilindrada maior podem mais facilmente conseguir seguros pelas principais operadoras do mercado. Mas aqui também os custos são altos e o motociclista deve examinar bem a relação custo-benefício. Experts recomendam que, caso você esteja disposto a arriscar, vale a pena fazer um seguro da moto só com cobertura de roubo e furto, pois nesse caso o valor fica um pouco mais em conta. O seguro para colisões pode tornar o valor total do seguro da moto muito mais alto e pode não valer a pena, no final das contas.
De um jeito ou de outro, prepare-se para responder a um (quase) interminável questionário por parte da seguradora. Sua idade, sexo, se a moto é para trabalho ou lazer, tipo de trabalho, se pretende viajar com a moto e até se você faz parte de motoclubes vão ser levados em conta na hora de montar o seu “perfil”. E é esse perfil que irá determinar, junto com o modelo de moto e onde você mora, o valor final do seguro que você está contratando.
Já o seguro obrigatório de motos vem causando polêmica nesse início de 2008. O DPVAT, seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres, sofreu um reajuste de mais de 38% no caso das motos. Isso, junto com as novas medidas de segurança já aprovadas para os motociclistas, como as novas placas e faixas reflexivas de capacete, tem resultado em despesas extras e cada vez mais altas. A reclamação contra o seguro obrigatório ainda se estende ao baixo valor recebido quando o motociclista sofre um acidente e a demora para que ele seja pago, chegando a alguns casos a dois anos. Algumas entidades de motociclistas estão se mobilizando para entrar na justiça contra essa cobrança.
Para manter-se atualizado sobre as informações e notícias mais úteis sobre seguros de moto, consórcios e seguro obrigatório, visite sempre nossa página. Estamos sempre atentos com as melhores dicas sobre o assunto.
Fonte: seguro de moto

1 comentários:
Olá Motociclistas, sou Álvaro Prado Júnior, Presidente da COOPERDRIVE,gostaria de relatar que o alto índice de roubos de motos de baixa cilindrada é um fato, temos que para de comprar peças no mercado ''paralelo'', pois proporciona o roubo, com isso, poderemos ajudar a baixar o valor de seguros e cooperar para a nossa segurança, a COOPERAÇÃO sempre traz ótimos resultados.
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