30/10/2008

Cuidado com o semáforo

Um truque importante - Veja como evitar que você se meta em apuros nos cruzamentos.

Quando o sinal está verde e você está com uma velocidade normal, mais um pouco antes de passar por baixo dele, quando já não dá mais para frear, o seu sinal fecha e o da outra rua abre, despejando uma avalanche de veículos por cima de você, que está no meio do cruzamento.

Pode ser que já tenha alguém na outra rua, se preparando para arrancar assim que o sinal abrir. Alguns sinais têm um amarelo muito rápido e não dá tempo para você frear. Se o sinal já estava verde há algum tempo, é melhor ir com mais calma, pois assim você consegue frear caso seja necessário.

Agora o inverso da situação anterior. Nunca saia disparando assim que o sinal abrir. Este é um jeito certo de se suicidar. Pois é quase garantido que alguém vai passar (muitas vezes ‘esticando’ o amarelo) pelo sinal vermelho da outra rua, acertando você em cheio, caso você saia assim que o sinal abrir. Espere alguém passar na sua frente para testar o terreno. Você recupera estes segundos de demora em um piscar de olhos mais tarde.

O Ponto Cego

O motivo mais comum de acidentes e brigas de trânsito, é o campo de visão limitado dos carros e das motos, o que provoca freqüentes fechadas. O carro não vê, você também não.

Na ultrapassagem, o motociclista deve ficar atento porque não é visto nas regiões laterais muito próximas aos carros. O motociclista não enxerga tudo o que está atrás e nem ao lado dele. Por isso não confie só no espelho. Olhe para os lados para ver o que se passa.

Já existem espelhos especiais para o ponto cego das motos. São pequenos espelhos convexos, que se instalam em locais que permitem enxergar o ponto cego, onde os espelhos normais não alcançam. São um ótimo investimento em segurança.
se
Lembre-se: O espelho só diz NÃO, mas somente um cheque visual pode dizer SIM a uma manobra.

18/10/2008

Motoboys – Vida Loca


Existe um grupo vital para a sociedade moderna, fiel entre si, independente, rebelde e com sua própria ética e moral. Dono de um comportamento suspeito e por vezes ilegal, esse proletariado urbano surgiu sem qualquer planejamento para se transformar num dos mais polêmicos fenômenos. O documentário Motoboys, Vida Louca, do publicitário e cineasta Caito Ortiz, registra in loco a vida de 5 motoboys, entre eles uma motogirl, revelando sua intimidade e comportamento, seus medos e sonhos.

Há o pai de família que exerce a profissão há doze anos e preza pela sua segurança. Tem o outro que vara a madrugada nas ruas atrás de uns trocados a mais - mesmo com o perigo de ter a moto roubada pela enésima vez. Há o típico cachorro louco que coleciona cicatrizes e não vislumbra mais do que um acidente mortal num dia de azar. E existe a mulher de meia idade, divorciada, que perdeu um filho, e depende do frenesi constante das entregas para não pensar na própria vida.

No retrato dessa rotina, contudo, não faltam seus aspectos mais duros. Como a necessidade de trabalhar longas horas para juntar algum sustento, ou o desamparo legal, que obriga a cobrir, do próprio e magro bolso, os prejuízos freqüentes com acidentes e roubos – sem falar no constante risco de vida. Motoboys, porém, não tem intenção de apelar à piedade. Repleto de personagens curiosos e de boas entrevistas, o filme de Ortiz mira longe: fala dos motoboys para tomá-los como metáfora da tensão com que se vive numa megalópole – e também para celebrá-los como símbolo da efervescência urbana.

Mais urgente, por exemplo, é entender que sem os entregadores sobre rodas - fenômeno urbano que há anos substituiu os pedestres officeboys - a máquina financeira, estatal e social acaba engessada. É entender que a maioria dos quase 300 mil motoboys de São Paulo não têm registro, benefícios ou direitos.


Seguro de Moto

O mercado de motos cresce a cada ano no Brasil. Preço baixo, financiamentos e consórcios tornaram a moto uma realidade bem próxima da maioria dos brasileiros. Para quem adquire o veículo é natural buscar um seguro de seu novo bem, prevenindo-se para os casos de roubo, acidentes ou outros tipos de danos. Tranqüilidade para o motociclista, certo? É aí que aparece a surpresa, e negativa! O seguro de motos no Brasil é um seguro difícil de ser feito e na maioria das vezes muito caro, especialmente em relação ao custo da própria moto. Enquanto isso, o seguro obrigatório (DPVA) de motos tem subido assustadoramente nos últimos anos, com um aumento de mais de 38% nesse ano de 2008.

A situação é justificada pelas seguradoras que consideram a moto um veículo inseguro. Seria mais propensa a acidentes e roubos, e fácil de ser desmanchada pelos ladrões. Motos abaixo de 200 cilindradas costumam ter os seguros mais altos, proporcionalmente em relação aos seus preços. E em muitas praças, o seguro dessas motos nem é possível de ser feito, pois as seguradoras simplesmente se recusam a fazê-lo. Essas motos populares, que correspondem à maior parte das motos em circulação no país, só conseguem obter seguro se fizerem parte de uma frota empresarial e, mesmo nesses casos, o valor é alto. A posição das seguradoras se reflete, é claro, nos usuários de moto - menos de 1% deles tem cobertura de seguro.

Cálculos feitos por especialistas afirmam que, ao preço praticado pelas seguradoras, não vale a pena fazer o seguro de motos menores em cidades como Rio e São Paulo, caso você encontre a opção. Levando em conta o baixo preço de uma moto menor, em dois anos de pagamento de seguro você poderia comprar uma moto nova! O recomendado é que você tente manter uma pequena poupança para o conserto, em caso de algum sinistro – consertos em motos menores normalmente não são muito caros. E tente proteger sua moto contra roubos, utilizando boas travas, segredos e alarmes disponíveis no mercado. Em cidades menores, com menos ocorrências de roubo de motos e trânsito mais ameno, pode ser que você encontre a opção de seguro para moto de baixa cilindrada com preços mais razoáveis.

As motos de cilindrada maior podem mais facilmente conseguir seguros pelas principais operadoras do mercado. Mas aqui também os custos são altos e o motociclista deve examinar bem a relação custo-benefício. Experts recomendam que, caso você esteja disposto a arriscar, vale a pena fazer um seguro da moto só com cobertura de roubo e furto, pois nesse caso o valor fica um pouco mais em conta. O seguro para colisões pode tornar o valor total do seguro da moto muito mais alto e pode não valer a pena, no final das contas.

De um jeito ou de outro, prepare-se para responder a um (quase) interminável questionário por parte da seguradora. Sua idade, sexo, se a moto é para trabalho ou lazer, tipo de trabalho, se pretende viajar com a moto e até se você faz parte de motoclubes vão ser levados em conta na hora de montar o seu “perfil”. E é esse perfil que irá determinar, junto com o modelo de moto e onde você mora, o valor final do seguro que você está contratando.

Já o seguro obrigatório de motos vem causando polêmica nesse início de 2008. O DPVAT, seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres, sofreu um reajuste de mais de 38% no caso das motos. Isso, junto com as novas medidas de segurança já aprovadas para os motociclistas, como as novas placas e faixas reflexivas de capacete, tem resultado em despesas extras e cada vez mais altas. A reclamação contra o seguro obrigatório ainda se estende ao baixo valor recebido quando o motociclista sofre um acidente e a demora para que ele seja pago, chegando a alguns casos a dois anos. Algumas entidades de motociclistas estão se mobilizando para entrar na justiça contra essa cobrança.

Para manter-se atualizado sobre as informações e notícias mais úteis sobre seguros de moto, consórcios e seguro obrigatório, visite sempre nossa página. Estamos sempre atentos com as melhores dicas sobre o assunto.

Fonte: seguro de moto

17/10/2008

Campanha Eleitoral do CQC

Candidato dos motoboys traz idéias inovadoras.

15/10/2008

A Poesia dos Motoboys

11/10/2008

O enterro do motoboy???


10/10/2008

Notícia de um cooperado....

Eu sou Cleilton Santana, sou motoboy e gostaria de relatar um fato que aconteceu comigo para que os outros motoboys fiquem em alerta:
"Quero avisar aos motociclistas que usem seus capacetes, pois POR NÃO USAR O MEU, o Águia me pegou em flagrante e precisei:
  1. fazer um curso de reciclagem para condutor infrator, com duração de 8 dias,
  2. comprar um laudo de R$ 16,00 para poder fazer a prova,
  3. fazer um prova de legislação com 40 questões,
  4. pagar uma multa no valor de R$ 191,54 por causa da infração que é considerada "gravíssima",
  5. e o pior, tive minha habilitação retida por 30 dias.

Tudo isso por causa de um capacete! Então, por favor, vocês não vacilem, NÃO COMETAM O MESMO ERRO! Tomem isso como experiência! USEM SEUS CAPACETES!

A Cooperdrive quer informar que está aberto o espaço para experiências, fatos ou informações que possam contribuir para outros motoboys. Basta enviar um e-mail para cooperdrive.blog@gmail.com.

Estamos aguardando sua contribuição!

09/10/2008

“ Antes de DESTRUIR, PRESERVE “

Falar sobre MEGOLA é como tentar falar sobre as LAMBRETTAS brasileiras ... pouco se foi armazenado em termos de história.

Do pouco que tenho, deixo mais as imagens para que exercitemos o nosso imaginário, e para que contemplemos e resgatemos a grande capacidade humana em criar e evoluir.


Posto isso temos que a famosa MEGOLA foi projetada por MEixner, GOckerell e LAndgrave, e construída em Munique a partir de 1921 até 1925.

O quadro era feito com soldas em chapas rebitadas, e o motor era radial de cinco cilindros com 640cc e 14 HP posicionado na roda dianteira, e não tinham embreagem, transmissão ou ponto morto. O elevado torque do motor permitia se acelerar a partir de (quase) zero hm/h até a velocidade máxima em uma única marcha.

Para se parar, o motor tinha que ser desligado; para se dar partida você empurrava a moto até começar rodar novamente. Fico imaginando isso em uma cidade moderna com milhares de semáforos vermelhos ...

A câmera da roda da frente tinha um design especial : ela era um circulo aberto, o que permitia que a mesma pudesse ser trocada sem se tirar a roda dianteira, e o motor inclusive. A suspensão dianteira usava molas semi-elípticas.



A MEGOLA foi bem sucedida em corridas com os pilotos Toni Bauhofer, Josef Stelzer e Albin Tommasi. A velocidade máxima obtida pelas MEGOLAs era de 140 km por hora. Somente 2000 unidades foram construídas, e calculasse que apenas 10 unidades estejam rodando no mundo inteiro.

Hoje, a MEGOLA é uma das mais raras e interessantes motocicletas clássicas no mundo.
Finalizando, digo que antes de destruir, temos que preservar e difundir, pois já estamos vendo a atual geração sem referencia ate sobre discos de vinil, imaginemos então veículos dos primeiros tempos ...

05/10/2008

Um momento de reflexão faz bem a mente...

Avance sempre

Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar.

Mas é importante não parar.

Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.

Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.

Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.Continue andando e fazendo.

O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.

A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.

Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.Então continue andando e fazendo.

Não desperdice a base que você já construiu.

Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.

Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.Vá rápido quando puder.

Vá devagar quando for obrigado.Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!!!

Esta mensagem é destinada à todos os motoboys, para que nenhum de vocês possam perder a esperança, pois esta é a última que morre!!!

02/10/2008

CET sugere placas dianteiras para as motos

Sem dúvida, uma notícia para gerar muita discussão entre os motociclistas. A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) apresentou no mês passado, em Brasília, uma proposta para que sejam instaladas placas dianteiras nas motos.

O objetivo da idéia encaminhada à deputada Rita Camata (PMDB-ES), relatora de um projeto que prevê mudanças no Código Brasileiro de Trânsito, é facilitar a fiscalização por parte dos marronzinhos.

Caso a sugestão seja aceita pela parlamentar, algo pouco provável, a mudança terá de ser submetida à audiência pública e à votação em três comissões antes de chegar ao plenário.

Comentários:

"Entendo como mais uma alternativa para engordar os cofres da indústria de multas. "

"Quem sabe a gente pede pro governo criar a "bolsa-moto". O CET poderia providenciar isso prá gente. "

"Pessoal, por favor, até parece que não sabemos que tudo que vem do governo é para onerar e dificultar a vida do contribuinte...nada novo. Eles só querem colocar a coleirinha no nosso pescoço, para poderem usar e abusar do nosso próprio dinheiro. O povo não deveria temer o governo, e sim o contrário. "

"CET=Cuidado, Energúmenos no Transito."

"Aonde vai parar a idiotice humana?????!!!!! Vão procurar bandido ao invés de inventar mais taxas, impostos e gastos desnecessários pro povo brasileiro.... "

Fonte: Equipe Moto

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01/10/2008

Apresentando mais alguns dos nossos cooperados...

Estas fotos são da Pizza Hut do Iguatemi.
Este é Valmir
Este é Leandro.
Este é Jutaí.

Este é Alberto, conhecido também como "Fren".
Este é Eric.
Este é Fernando.
Este é Lázaro.

Para muitas pessoas é difícil ver o ser humano que está por trás do capacete. Portanto, chegou a hora de valorizarmos estes profissionais que arriscam a vida diariamente para atender à pressa que existe de entregar documentos, comer pizzas, tomar remédios, entre outras.
A Cooperdrive agradeçe a todos vocês pelo desempenho, cooperação e responsabilidade do trabalho executado. Parabéns!